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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
PROTESTO COM SAPATADA EM BUSH DESNCADEIA OUTROS PROTESTOS E COM VÁRIAS INTERPRETAÇÕES E SOLIDARIEDADE. MATÉRIA RETIRADA DA FOLHA ON LINE DE 8/12/2008.
Hoje, um grupo de ativistas anunciou a realização de uma manifestação na próxima quarta-feira, dia 17, para pedir a libertação do jornalista, preso desde o corrido.
O grupo Code Pink prometeu levar sapatos na porta da Casa Branca em solidariedade ao iraquiano. Os pacifistas irão pedir a libertação do jornalista, que está preso desde o ocorrido. Na ocasião, o jornalista se levantou e disse em árabe "este é seu beijo de despedida, cachorro".
| Reuters/AP |
| Imagens tiradas de vídeo mostram momento no qual jornalista iraquiano jogou sapato contra o presidente George W. Bush |
O "desabafo" foi uma resposta a declaração de Bush que afirmou que a visita ao país era uma despedida do mandato. No dia 20 de janeiro, o republicano deixa a presidência para a posse do democrata Barack Obama.
No Iraque, atirar um sapato contra alguém é considerado um grande insulto, pois significa que o alvo é inferior a um sapato, sempre em contato com o chão e a sujeira.
Repercussão
Hoje, o movimento xiita do Hizbollah definiu o ato como "heróico". "Foi um beijo de despedida em nome das viúvas, dos órfãos e das pessoas que você matou no Iraque, um beijo corajoso dado pelo correspondente da rede Al-Bagdadia, Muntazer al-Zaidi, que merece ser elogiado", declarou o movimento radical xiita libanês, por meio de um comunicado.
O fato ocupou as manchetes dos principais jornais do mundo e hoje, o porta-voz do departamento de Estado, Robert Wood, afirmou que o jornalista "atirou os sapatos porque queria aparecer".
"Este foi um incidente isolado e de cunho particular, que não vê a direção que estamos tomando agora no Iraque, que é muito, muito positiva, e esperamos que continue assim", disse Wood.
O americano disse que o incidente dos sapatos "não marca todo o bom trabalho feito pelos Estados Unidos no Iraque e que não representa o sentimento da população iraquiana".
Com agências internacionais
PROTESTO DE MÃES NA ESPANHA PELA FALTA DE PROFESSORES - MATÉRIA RETIRADA DO PORTAL UOL EDUCAÇÃO DE 04/04/2009.
Na Espanha, mães fazem protesto nuas por falta de professores
Da Redação
Em São Paulo
Em São Paulo
Cerca de vinte mães de alunos da escola municipal Fernando de los Ríos, de Valencia, na Espanha, resolveram protestar pela falta de professores de forma inusitada: tiraram uma fotografia em que aparecem nuas, cobertas apenas com um cartaz com a inscrição "Substituição de professores já! Pela qualidade do ensino" (em tradução livre).
Reportagem publicada na quinta-feira (2) no jornal espanhol El País mostra que mais de 200 crianças, do ensino infantil à sexta série, estão sem aulas de inglês desde o dia 23 de março.
A Ampa (Associação de pais e mestres da escola), diz que não há substitutos para os docentes faltosos. Segundo Esther Ramírez, presidente da associação, um professor faltou durante quatro meses e ninguém o substituiu.
Há doze dias, os estudantes têm que fazer outra atividade durante as aulas de inglês. "A política da prefeitura é a de não substituir os faltosos pois não há vagas para novos docentes; mas o que fazemos com as crianças?", questiona Esther.
A mobilização começou há mais de uma semana com panelaços, cartazes e terminou com a foto das mães nuas: "Não buscamos sensacionalismo; queremos que atendam nossas reivindicações de uma vez por todas", explica Mari Cruz, uma das mães. O governo diz que está providenciando a substituição dos docentes.
A representante da Ampa diz que o problema se deve à falta de postos de trabalho e à falta de verbas. O colégio também precisa de reforma. Está prevista construção de uma nova escola, mas, segundo o conselho de educação da cidade, ainda não há data para o início das obras.
Reportagem publicada na quinta-feira (2) no jornal espanhol El País mostra que mais de 200 crianças, do ensino infantil à sexta série, estão sem aulas de inglês desde o dia 23 de março.
Mães de alunos em Valencia mostram sua indignação contra a falta de professores |
A Ampa (Associação de pais e mestres da escola), diz que não há substitutos para os docentes faltosos. Segundo Esther Ramírez, presidente da associação, um professor faltou durante quatro meses e ninguém o substituiu.
Há doze dias, os estudantes têm que fazer outra atividade durante as aulas de inglês. "A política da prefeitura é a de não substituir os faltosos pois não há vagas para novos docentes; mas o que fazemos com as crianças?", questiona Esther.
A mobilização começou há mais de uma semana com panelaços, cartazes e terminou com a foto das mães nuas: "Não buscamos sensacionalismo; queremos que atendam nossas reivindicações de uma vez por todas", explica Mari Cruz, uma das mães. O governo diz que está providenciando a substituição dos docentes.
A representante da Ampa diz que o problema se deve à falta de postos de trabalho e à falta de verbas. O colégio também precisa de reforma. Está prevista construção de uma nova escola, mas, segundo o conselho de educação da cidade, ainda não há data para o início das obras.
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