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sábado, 12 de março de 2016

À LUTA!!!

(por: Sílvia Cláudia Soares*

O ato do dia 02/03/2016 na ALERJ foi uma aula de política protagonizada, principalmente, pelos profissionais da educação, que em ASSEMBLÉIA GERAL no Clube Municipal na Tijuca, uma semana antes, aprovou greve por tempo indeterminado a partir do dia 02/03.
 

E no dia 02/03, após ASSEMBLÉIA GERAL, com cerca de 5.000 (cinco mil) servidores na Fundição Progresso lotada, partiram em passeata até a ALERJ, com suas BANDEIRAS, onde já estávamos, os serventuários e outros tantos servidores do estado, os sem teto, e estudantes da rede pública estadual que brotavam de todos os lados para participar do movimento.
Arrepiante a chegada da passeata dos servidores da educação que, com seus alunos, tomaram a rua, interditaram o trânsito.

Após o ato na ALERJ, saímos em passeata até a Cinelândia.

Havia três carros de som, os estudantes vinham cantando palavras de ordem em ritmo de funk que denunciavam o abandono das escolas e dos serviços públicos em geral e apoiavam a luta dos servidores públicos contra os ataques do Pezão.

Jovens estudantes com tanta percepção política e compreensão da atual conjuntura que vivemos no país.

Uma das palavras de ordem entre os participantes do movimento era:
“A nossa luta é todo dia
contra o RACISMO, o MACHISMO e a HOMOFOBIA”

Sim, a nossa BANDEIRA deve ser contra todos os tipos de opressão que permeiam as relações de trabalho e estão presentes até nos sindicatos. São base para o ASSÉDIO MORAL, que é muito usado para garantir medidas de superexploração dos trabalhadores OU A IMPOSIÇÃO DE UMA IDÉIA SOBRE AS DEMAIS SEM DEBATE DEMOCRÁTICO. Têm que fazer parte da nossa luta.

Os SEM TETO participaram conosco,. Eles fazem parte dos grandes prejudicados com o fim dos serviços públicos, pela política neoliberal de privatização e estado zero que vem sendo implementada pelos governos federal, estaduais e municipais.
 

Os SEM TETO, estão sendo expulsos das áreas nobres para que estas sejam entregues à ESPECULAÇÃO IMIBILIÁRIA, sem uma contrapartida, porque não temos uma política séria para resolver o problema de habitação no país. Hoje a desculpa são as OLIMPÍADAS antes foi a COPA. As grandes beneficiadas são as EMPREITEIRAS.
A luta pela não PRIVATIZAÇÃO da PETROBRÁS, faz parte desta nossa luta e temos que empunhar esta BANDEIRA. Não podemos fechar os olhos a entrega de nossas riquezas às grandes empresas privadas internacionais e perder o controle sobre o MEIO AMBIENTE.

A SAÚDE ESTADUAL também estava lá, com sua BANDEIRA, são os servidores que sofreram o mais brutal ataque nos últimos anos, não têm aumento há 15 anos, seu vencimento base é de R$ 151,00 (cento e cinquenta e um reais), e estão sendo expulsos das unidades de saúde entregues ao município onde Eduardo Paes impôs as OSs, não dá nem para comentar, né?

Nós deveríamos estar em greve junto com os profissionais de educação do estado por sermos uma categoria tão grande quanto aquela e também por termos uma história de luta e de grandes movimentos, inclusive de grandes greves, com os quais conquistamos tudo que temos hoje.

Se entrássemos em greve agora, quem sabe a partir do dia 16/03, por tempo indeterminado, tenho certeza que mais rápido garantiríamos a vitória contra o pacote de maldades do Pezão. Esta seria nossa grande contribuição histórica para fortalecer a luta. Todas as categorias, já em greve, estão esperando por isso. A GREVE IMEDIATA DO JUDICIÁRIO.
 
(*Sílvia Cláudia Soares é trabalhadora do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro)

Mudança de prosa

(por:Élio Elias Rocha)

Parece que depois de anos pregando a não mobilização, incentivando a categoria passar ao largo de todos problemas que afligem a população e também a nós servidores públicos. Buscando esvaziar todo e qualquer ideia de organização sindical, a diretoria do sindicato quer que a categoria do nada se levante e faça uma greve, falando em sua mensagem o contrário de tudo que pregou messianicamente nos últimos anos. Como assim? Agora a direção se preocupa com o mundo ao redor? Então por que não organizou congressos, palestras, cursos, debates sobre tantos assuntos e temas que queiram ou não acabam nos atingindo. Greve não se faz através de cartilhas mas sim construida junto a categoria no dia a dia.

(Mensagem postada na área Fala Servidor do sítio eletrônico do Sind-justiça, denunciando a incoerência da atual direção do sindicato dos servidores do poder judiciário do Rio, direção esta que sempre pregou a inação dizendo que seus negociadores obteriam tudo da administração do tribunal, mas agora quer construir uma paralisação duma hora pra outra nos dias 16, 17 e 18/03/2016)

Por uma Greve Geral construída Pela Base


(por: OP* e GAMA**)

No opúsculo O que é Greve Geral? (1895), Fernand Pelloutier tenta explicar a estratégia da greve geral que, na época, aparece como alternativa às greves parciais. Fruto em alguma medida de debates anteriores promovidos dentro dos congressos da Internacional (1864-1876), a reflexão tenta explicar simultaneamente os limites das greves parciais, bem como as suas consequências para a luta de classes, a médio e longo prazo. Assim, escrito sob forma de diálogo entre operários:

"– 1° operário – Condenas, então, as greves?
– 2° operário – As greves parciais, sim; ao menos aquela que não têm uma importância suficiente para interessar jornais e deputados socialistas a apoiá-las. Por sinal, aqui entre nós, sabeis que todas as greves, todas, são funestas. Aquelas que fracassam… inútil dizer por que: a primeira é que, salvo o caso muito raro em que a necessidade de entregar encomendas urgentes obriga o patrão a ceder imediatamente, o aumento de salário obtido nunca cobrirá os sacrifícios feitos por ela. (…) A segunda razão é que, mesmo após uma greve feliz, os operários ficam tão desgostosos do magro resultado obtido que, durante muito tempo, não se deve mais contar com eles para apoiar o movimento revolucionário. Belo resultado!"

Pelloutier foi uma das figuras seminais do sindicalismo revolucionário e ferrenho opositor da interferência direta dos partidos políticos nos sindicatos. Além de entusiasta das Bolsas de Trabalho e iniciativas educacionais no campo operário, em várias oportunidades, polemizou com os socialistas do campo ideológico de Guesde e Lafargue sobre a insuficiência das greves parciais. Ele acreditava na necessidade da constituição do “partido operário”, uma forma de se referir ao conjunto da classe operária, com programa próprio elaborado a partir das necessidades dos trabalhadores e aplicado no ritmo estabelecido pelos congressos e plenárias. Em conformidade com tal premissa, no Congresso da Federação dos Sindicatos (1892), em Marselha, em companhia da Aristide Briand, fez aprovar o seguinte texto:

"Entre os meios legais inconscientemente postos à disposição dos trabalhadores, existe um que hábil e politicamente interpretado, deve assegurar a transformação econômica, fazendo triunfar as legitimas aspirações do proletariado.
Esse meio é a suspensão universal e simultânea da força produtora em todos os setores, ou seja, a greve universal que, mesmo limitada a um período restrito, conduzirá infalivelmente o partido operário para o triunfo das reivindicações formuladas no seu programa."

Em Nantes, em setembro de 1894, a tese da greve geral é aprovada pela maioria expressiva dos delegados. Os socialistas gesdistas abandonam o salão do congresso depois da votação. Consumava-se assim a separação entre duas estratégias: a da tática eleitoral/greves parciais e a da tática da ação direta/greves gerais.
Pode-se afirmar que, entre 1892 e 1900, variados fatores contribuem para que a tese da greve geral se sobreponha à prática de greves parciais. Os resultados das greves isoladas e meramente corporativas parecem ter auxiliado muito para a efetivação dessa tendência geral. É possível ainda inferir-se dessa dinâmica social que, na prática, dava-se o estabelecimento de uma cultura política sindical claramente hostil à mediação dos problemas da classe trabalhadora por elementos estranhos a ela própria.
O Congresso Corporativo de Toulouse (1897) iria ainda mais longe ao aprovar o seguinte texto:

"No que respeita às greves parciais, a vossa Comissão declara, com estatísticas na mão, que em geral são prejudiciais aos interesses e, consequentemente, seria agradável ver desaparecer a frequência com que as greves aparecem, embora não duvidemos que há muitos casos de greve inevitável."

O Congresso de Paris (1900) diz algo semelhante:

"Não julgamos dever encorajar as greves parciais que consideramos como nefastas, mesmo quando se obtêm resultados apreciáveis, porque elas nunca compensam os sacrifícios feitos e em seguida os resultados que podem oferecer são impotentes para modificar a questão social."

A greve geral, vista como “ginástica revolucionária” pelos sindicalistas da ação direta, pressupunha então um acordo entre as profissões, dentro dos ramos industriais, e a pactuação de um projeto para o partido operário. Uma linha de conduta estratégica, contra as iniciativas fragmentárias e fragmentadas, que não levasse à exaustão da própria ferramenta da greve.

Os sindicalistas revolucionários entendiam ainda, dentro da lógica da “tática eleitoral/greves parciais”, praticada pelos socialistas guesdistas, que as greves parciais obedeciam aos calendários eleitorais e, consequentemente, levavam o movimento sindical a ser parte do próprio sistema que pretendia demolir. Ou seja, subordinado ao institucional do Estado, era cada vez menos ele próprio e mais o que se esperava de um movimento dentro da ordem. E ainda, movido por uma lógica perversa, era cada vez menos classista, para se afirmar e definir politicamente.

Outro aspecto importante da greve geral é que, em percebendo as múltiplas funções das diversas categorias em um capitalismo avançado, a complexidade da relação destas com os patrões e o Estado e, em última análise, a assimetria do poder de pressão dentro das próprias categorias, em função dos diferentes papéis que estas desempenham nas malhas econômica e social, era fundamental o pacto sindical. Era fundamental a unidade, ainda que sem a unicidade sindical; era fundamental a construção de um projeto de “partido operário” sem o qual as diferentes categorias em greves parciais terminassem mergulhadas no mais profundo desânimo.

Assim, o que imaginavam os sindicalistas revolucionários é que, se não há projeto revolucionário animando as iniciativas sindicais, estas levariam invariavelmente a práticas oportunistas, eleitorais, e incapazes de resolver os fundamentais problemas da classe. Ao sabor das “oportunidades”, os trabalhadores perderiam, de fato, a oportunidade de mudar as coisas na sua forma e conteúdo.

Vale dizer ainda, e tal não se coloca em lugar subalterno na nossa análise, que, para a estratégia da greve geral, contava muito a capilarização do sindicato na sua base, ou antes, contava sobremaneira a perspectiva segundo a qual a separação entre base e direção sindical era mesmo absurda. Unidos pela mesma condição, premidos pelas mesmas necessidades e movidos pelo mesmo propósito, era possível pensar um projeto radical, uma dimensão para muito além da retórica de assembleia e dos planos artificialmente urdidos pelas seitas partidárias.

Ainda nessa perspectiva, a experiência sindicalista revolucionária nos parece muito mais realista e factível que as vitórias mitigadas das greves parciais, para não lembrar das muitas derrotas fragorosas; que os projetos de lei, em cujo conteúdo encontramos muito mais os limites da nossa luta que a sua continuidade; e que as permanentes acusações de que as nossas derrotas históricas se devem aos reformistas, por um lado, e/ou aos radicais irresponsáveis, por outro.

Achamos que, para fazer avançar a classe, é preciso, antes, não transformar as desculpas em “barricada segura” para assentar as próprias inseguranças. E menos ainda, assediar o conjunto da classe com prognósticos aterradores sobre um hipotético “futuro próximo”, tentando inclusive arrastar pelo medo e ameaças, mais ou menos veladas, para aquilo que a ausência do trabalho de base não possibilitou pelo caminho da indignação. E talvez mais que tudo, não desrespeitar a base falando em seu nome, mas, muito diversamente, falando com ela.

Defendemos, ainda, que alguns dos problemas apontados acima afetam hoje os nossos sindicatos. Problemas estes que se revelam sob a forma de lideranças semicarismáticas, correntes partidárias, grupúsculos conspiratórios e individualidades histriônicas. E que se traduzem em greves parciais, longas e fracas, quando deveríamos ter greves gerais, curtas e fortes. Um receituário que vem se repetindo ao longo dos anos e que, de tão infértil, já devasta com a sua aridez até as energias mais vibrantes do nosso movimento. E, por fim, reforça a lógica que reproduz a estagnação e a imobilidade, na qual a maioria da categoria não se enxerga em outro papel que não o de observador passivo.

*OP, tendência político-social Organização Popular.
**GAMA, Grupo de Afinidades e Movimentação Anarquista.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

O primeiro Transversus de 2016


Foi lançado o 26º número do jornal político-cultural Transversus. Nele, o vascaíno Rodrigo Menezes Meireles escreve sobre os futebolistas Kita, Vivinho e Henágio recentemente falecidos  aos 57, 54 e 53 anos, respectivamente. Rodrigo valoriza, em seu texto, a honestidade dos três jogadores que, embora nunca tenham sido geniais em campo, jamais mancharam sua trajetória de vida com atitudes antiéticas como as de Romário, Roberto Dinamite, Pelé, Ronaldo Fenômeno, Neymar e outras celebridades dos gramados.



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O portelense Jalmir Ribeiro exalta a trajetória do sambista Waldir 69, falecido aos 87 anos em 25 de novembro; enquanto Ana Beatriz Manssour relembra a cantora (e atriz bissexta) Selma Reis, que nos deixou em 19 de dezembro de 2015. O jornalista e escritor Orlando Oliveira escreve sobre outras importantes figuras da música popular como Aldir Blanc, Aluísio Machado e Paulo César Pinheiro. Ainda sobre MPB, Sandoval Brandão contribui com um artigo sobre Carlos Lemos, jornalista e jurado do III Festival da Canção, de 1968.
Falecido 28/12/15, Lemmy Kilmister (baixista e vocalista da banda de roque pauleira Motorhead) é lembrado pelo articulista Leonardo Gustavo S. Fernandes. Outro roqueiro relevante abordado é David Bowe, sobre quem nos escreve José Maria Bolado.
Marco Aurélio Souza, militante do movimento negro, escreve o bonito texto “Antônio Pompêo: mais um negro esquecido”, sobre o ator que, apesar do grande talento, nunca teve o destaque merecido.
Vílson de Almeida Siqueira faz uma excelente crítica cinematográfica sobre o filme argentino “O Clã”, chegado recentemente às telas brasileiras.
Alex Brasil conta sobre os 16 anos do Bloco do Rabugento, que tradicionalmente se reúne em frente ao Bar Papo de Esquina (Rua Antônio Storino, nº 123, Vila da Penha) no sábado anterior ao Carnaval, seguindo depois pelas ruas do bairro. É uma agremiação “sem patrão, sem dono, sem documento”, que não aceita patrocínio de empresários, políticos ou entidades governamentais. O enredo desse ano foi escolhido para zombar do megaevento olímpico que só ferra com o pobre e favorece o rico: “O Rabugento Ri da olimPIADA e Quer Medalha, Medalha, Medalha, em Saúde e Educação”.
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No encarte Correspondência Socialista, que integra o jornal Transversus, a escriba anarquista Alda Jefb critica violentamente os aumentos das passagens do transportes público. E denuncia o empresário Jacob Barata, que financia “a farra das campanhas políticas milionárias de Piccianis, Osorios, Cabrais, Paes, Garotinhos, Garotinhas, Pezões e Mãozonas”, os quais vem a favorecê-lo para se manter como “O Rei dos Ônibus” (como é vulgarmente conhecido).
Transversus presta também solidariedade a militante Alice Vilma (do Movimento de Oposição Serventuária), servidora do Tribunal de Justiça do Rio que vem sendo vítima dum injusto processo administrativo (e criminal!) por parte dum magistrado: um caso claro de assédio moral.
Apoio mútuo, resistência, enriquecimento cultural e muito mais. É o que pode ser encontrado no jornal Transversus, que frequentemente também publica contos, crônicas e poesias. Para saber mais, escreva para: transversus.cs@gmail.com.

Bombou o Bloco da Ceguinha 2016

Quarta-feira 03/02/16. O Bloco da Ceguinha mais uma vez cumpre seu papel de trazer alegria e diversão à classe trabalhadora ao mesmo tempo que protesta de maneira irreverente contra os desmandos do poder.

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A deusa Têmis representa o judiciário: uma figura mitológica que é simbolizada com uma balança e os olhos vendados, como a demonstrar que a magistratura não faz distinção de pessoa – pune da mesma forma ricos e pobres, brancos e negros, burgueses e trabalhadores. Só que todo mundo já está farto de saber que isso é balela. A deusa ceguinha só não enxerga quando convém.  Essa e muitas outras são as reflexões trazidas pelo bloco.
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Este 2016 a animação estava a todo vapor. Confete, serpentina, uma banda de qualidade e muita gente agitando.
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Representantes da cooperativa Roça prestigiaram o evento com sua presença, por entender a importância da cultura popular e crítica. Lá, disponibilizaram sua deliciosa cerveja artesanal. Para quem ainda não conhece a turma da Roça, vale a pena entrar em contato pelo correio eletrônico caminhosdaroca@gmail.com. Esse pessoal mostra mesmo o quanto o apoio mútuo pode fazer por todos nós (vide: https://roca-rio.com/).
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Enquanto a atual direção do Sind-justiça investe em eventos recreativos acríticos ou alienantes como a festa junina da ABATERJ (entidade assistencialista criada pela magistratura para promover uma imagem positiva do Poder Judiciário), trabalhadoras e trabalhadores independentes mantém aceso o fogo da irreverência com o Bloco da Ceguinha.
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A classe serventuária agradece a presença de todas as pessoas. Ao bloco veio gente trabalhadora da Petrobrás (grupo de base Inimigos do Rei), da educação pública estadual, do Colégio Pedro II, e integrante do Instituto Histórico da Baixada de Jacarepaguá, além de estudantes.
Você, que está aí lendo este texto, una-se a nós no próximo evento, valeu? Até lá!