Nota: Matéira abaixo retirada do Blog Justiça e Cidadania - O Dia On Line de 07/12/10
Continuidade será rumo da nova gestão
Entrevista com o presidente eleito do Tribunal de Justiça do Rio
-Qual marca que o senhor pretende imprimir na sua gestão?
-Uma delas será a continuidade, que é tradição das administrações do tribunal. Afinal de contas, um dos problemas do País é a falta de continuidade. Um prefeito, por exemplo, começa a construção de uma ponte. Mas não termina, outro ganha a eleição e inicia a de uma estrada. Depois dos dois, outro prefeito é eleito e não termina nem a ponte e muito menos a estrada.
-Além da continuidade, qual é o projeto de administração do senhor?
-Investir no primeiro grau, que é o grande gargalo da Justiça. Há colegas que trabalham em uma sala com apenas seis metros quadrados cheia de processos. É preciso dar condições de trabalho aos juízes na capital e no interior. Além disso, há um déficit de 150 juízes. Nos últimos cinco anos houve concurso, mas só três foram aprovados.
-Investir no primeiro grau, que é o grande gargalo da Justiça. Há colegas que trabalham em uma sala com apenas seis metros quadrados cheia de processos. É preciso dar condições de trabalho aos juízes na capital e no interior. Além disso, há um déficit de 150 juízes. Nos últimos cinco anos houve concurso, mas só três foram aprovados.
-Muitos servidores reclamam que foram deixados para trás. Como o senhor analisa essa questão?
- Um grupo de funcionários ganhou ação de aumento de 24% e quer que haja a extensão a todos os servidores. A pretensão é justa, mas a greve é um equívoco e dificulta qualquer tipo de negociação. E é bom lembrar que, para o pagamento de pessoal, o Judiciário depende do Executivo.
-Dois anos de gestão são suficientes? - Um grupo de funcionários ganhou ação de aumento de 24% e quer que haja a extensão a todos os servidores. A pretensão é justa, mas a greve é um equívoco e dificulta qualquer tipo de negociação. E é bom lembrar que, para o pagamento de pessoal, o Judiciário depende do Executivo.
-É um período curto. O Executivo tem quatro. Porém, o mais importante é que o Judiciário esteja sempre unido.
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