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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

ÁREAS DE RISCO NO RIO SÃO TRATADAS COM DESINTEREES E OMISSÃO PELOS GOVERNOS!

Fonte: Último Segundo - Notícia IG

Rio tem 95 mil pessoas em áreas de alto e médio risco de deslizamentos

Levantamento contratado pela prefeitura aponta 121 comunidades sob grave ameaça diante das chuvas. Apesar de ter encomendado estudo, município recorreu à Justiça para impedir obras de prevenção

Raphael Gomide iG Rio de Janeiro | 










Fabrizia Granatieri
Em 2011, Joyce morava de aluguel no Borel, em casa interditada pela Defesa Civil com os dois filhos, de 2 e 4 anos. Há 990 domicílios em áreas de alto risco na comunidade, onde três morreram em 2010

Um levantamento contratado pela Prefeitura do Rio apontou que 95 mil pessoas vivem em casas em áreas de alto e médio risco de escorregamentos, em 121 comunidades na cidade. O “Mapa de Susceptibilidade a Escorregamentos” foi feito pela empresa de Engenharia Concremat, a pedido da Fundação Geo-Rio, após as chuvas de 2010, e deu origem ao “Inventário de Risco”.
Do total, quase 66.815 mil pessoas vivem em áreas de alto risco e 27.997 em locais de médio risco na capital. Os meses de verão são, historicamente, aqueles em que há chuvas mais fortes e escorregamentos no Rio.

Fabrizia Granatieri
Deslizamento na parte alta do Morro do Borel matou 3 em 2010

















São 20.247 domicílios em alto risco e 8.484 em locais de médio risco. Tendo em vista a média de 3,3 pessoas por residência na cidade do Rio, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), essas residências ameaçadas equivalem a 66.815 pessoas em áreas de alto risco e 27.997 em médio risco.
De acordo com o “Inventário de risco”, apenas nas sete comunidades (Rocinha, Morro do Alemão, Joaquim de Queiroz, Borel, Barão, Bispo e Morro da Formiga) com maior número de edificações em áreas de alto risco são 18.673 pessoas sob ameaça – em 2.667 residências –, diante das chuvas.
Apesar de o trabalho ter sido feito por encomenda de um órgão municipal, o iG revelou que a Prefeitura do Rio recorreu à Justiça para suspender liminares de 13 ações civis públicas do MP que a obrigavam e o Estado a fazer obras emergenciais de prevenção a deslizamentos. O presidente do TJ, Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, cancelou as liminares, em bloco, a pedido da prefeitura e do Estado.
O site da Defesa Civil do Município informa que o “Inventário de Risco” é “um levantamento que identifica onde a possibilidade de deslizamento do solo pode deixar em risco a vida de pessoas”. Segundo o órgão, há 117 Comunidades na condição de “altíssimo risco de deslizamento”.

Divulgação / Alerj
Para Saturnino (no centro), prefeitura precisa fazer obras de prevenção

















Para Ministério Público, "risco decorre da omissão do Poder Público"
Para o promotor Carlos Frederico Saturnino, da Promotoria do Meio Ambiente da capital, no Rio, como as chuvas são eventos sazonais, “o risco decorre principalmente da omissão do Poder Público: “Primeiro, por permitir construções em locais arriscados, sobretudo encostas e margens dos rios, quase sempre por ausência de políticas habitacionais, de transporte público e fiscalização urbanística. Segundo, por protelar a execução das obras necessárias para reduzir o risco a padrões normais, nas áreas mais perigosas.”
Segundo ele, “eliminar o risco é impossível, porque sempre pode ocorrer algo absolutamente imprevisível. Mas não é disso que estamos tratando. As áreas de risco foram mapeadas. Portanto, o risco nestas áreas não apenas é previsível como foi cientificamente previsto a tempo de ser evitado, e não somente alertado por sirenes”, afirmou o promotor.

Fabrizia Granatieri
Sem uma perna, Rosa, que já perdeu uma casa, teme situação de emergência no Borel

















Defesa Civil tem 102 sistemas de alerta, fez 14 simulações e treinou 4,8 mil diz subsecretário
O subsecretário de Defesa Civil do município do Rio, tenente-coronel bombeiro Márcio Motta, afirmou que “existe o mapeamento, mas não se estala o dedo para resolver um problema como este”. “Há muita resistência dos moradores ao reassentamento. Muitos não aceitam sair, é difícil. O cara não quer sair da zona sul para ir para Triagem ou Santa Cruz. Chamo algum promotor para ir comigo para ter a percepção de risco. Tem o critério para identificar qual é a prioridade. O município precisa ter prioridade.”
De acordo com ele, o mapeamento da Concremat está sendo atualizado e deve “diminuir consideravelmente” o número de residências em alto risco. “Mas mantemos os dados do primeiro inventário”, reconheceu.
Segundo Motta, “muita coisa está sendo feita, como o Programa ‘Morar Carioca’”. “O Rio foi o único município que apresentou projeto para obras de contenção de encostas e chegar a 2016 sem nenhuma área de alto risco. Vamos receber verbas de R$ 400 milhões”, disse.

Divulgação
Moradores de áreas de risco são orientados a ir aos pontos de apoio, avisados pelos alto-falantes

















Motta informou que a prefeitura instalou o Sistema de Alerta e Alarme em 102 comunidades – o primeiro foi em janeiro de 2011, no Morro do Borel – e que já foram feitos 14 simulações de incidente, desde julho de 2011. Segundo o subsecretário de Defesa Civil, a adesão (uma pessoa por casa em área de risco) variou de 63% a 100%, na maioria dos casos. Nesses exercícios, os moradores de áreas de risco são convocados a sair de suas residências e ir a “pontos de apoio” pré-determinados. Motta comparou as 102 comunidades com sirenes com as 82 somadas de quatro municípios da Região Serrana (Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo e Bom Jardim).
Segundo ele, a Defesa Civil capacitou 4,8 mil agentes comunitários de Saúde, moradores dessas comunidades, para atuar em situações de evacuação, e vai iniciar projeto em 40 escolas municipais – com professores e alunos do 4º ano –, com aulas sobre Defesa Civil, educação ambiental, prevenção de acidentes domésticos e primeiros-socorros. “O objetivo é formar o cidadão preparado”, disse Motta.
O subsecretário ressaltou a importância do cadastramento de telefones celulares de moradores de áreas críticas para receber mensagens com alertas no caso de chuva intensa. Segundo ele, há 40 mil cadastrados. “O Rio é a única cidade no País a ter acordo com as operadoras de telefonia móvel para atuar na prevenção. Basta se cadastrar, mandando um SMS (para o número 4.000 e o texto “DCRJ” na Oi, Vivo e Tim e para o 889 na Claro).”

Fabrizia Granatieri
Kezia de Souza caiu de uma laje durante a noite ao tentar verificar a força da chuva


















Sirenes são medida insuficiente e paliativa, diz promotor
Para o promotor Saturnino, a “omissão da prefeitura não pode ser considerada sanada com a instalação de sirenes nas favelas. Sirenes não diminuem o risco, apenas avisam com poucos minutos de antecedência q o risco pode se consumar de forma trágica”.
“O sistema de alerta é uma medida paliativa, mas jamais pode ser considerado uma solução definitiva ou mesmo duradoura. Em países q estão expostos ao risco de tsunamis ou furacões o sistema de alerta sempre será indispensável, porque o risco de um evento trágico extremo sempre existirá, por mais que sejam adotadas medidas preventivas. E mesmo assim normalmente são construídos diques e barreiras para tentar mitigar os danos.”

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

PETIÇÃO PÚBLICA - VISITE E ASSINE - SEJA MAIS UM NESTA LUTA DE PRESERVAÇÃO DE NOSSA HISTÓRIA E CULTURA!

Abaixo-assinado O BRASIL QUER SALVAR O MUSEU DO ÍNDIO DO BRASIL

 http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N34576 ( COPIE + COLE + ASSINE)


  Para:Governador do Estado do Rio de Janeiro

    O BRASIL QUER SALVAR O MUSEU DO ÍNDIO DO BRASIL

    Excelentíssimo Senhor Sérgio de Oliveira Cabral Santos Filho
    M.D. Governador do Estado do Rio de Janeiro

    Excelentíssimo Senhor Sr. Eduardo Paes
    M.D. Prefeito do Município do Rio de Janeiro

    Excelentíssimo Senhor Cláudio Soares Lopes
    M.D. Procurador-Geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro

    Excelentíssimo Senhor Carlos Eduardo Santos Wanderley
    M.D. Defensor Público-Chefe / DPU Rio de Janeiro

    Excelentíssima Senhora Cristina Lodi
    M.D. Superintendente do Iphan - Rio de Janeiro

    Excelentíssima Senhora Adriana Rattes
    M.D. Secretária de Estado de Cultura – Rio de Janeiro

    Com base no Artº 1º do Decreto-Lei nº 25 de 30 de novembro de 1937, que diz: “Constituem o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país e cuja conservação seja de interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico”, nós, brasileiros, abaixo-assinados, vimos por meio deste requerer à Vossa Excelência que seja suspensa imediatamente de forma liminar, a ordem de demolição do prédio construído em 1862, também conhecido como Museu do Índio.

    O Prédio foi residência oficial na época do Império e abrigou o marechal Rondon. Foi sede da Funai e a partir de 1953, e foi transformado pelo antropólogo Darcy Ribeiro em sede do Museu do Índio.


    Em 1978, com a transferência do museu para Botafogo o prédio ficou abandonado. Rogamos que o mesmo seja preservado por sua importância histórica e memória do desenvolvimento social, econômico e cultural do Rio de Janeiro e do Brasil.

    É possível através de urbanistas qualificados que esse prédio tão representativo possa ser integrado a nova ambiência urbana que está sendo proposta, inclusive com atividades culturais, educativas e sociais, beneficiando milhares de brasileiros e atraindo turistas interessados.

    Ainda, Excelência, lembramos o Artigo 216, da Constituição Federal de 1988, que diz: “Art. 216. Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem:
    ...V - os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.
    ...§ 1º - O Poder Público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação.” Sem mais.

    Os signatários

XERÉM E OS DESABRIGADOS RELEGADOS AO DESCASO DOS GOVERNOS E EXPLORAÇÃO DO COMÉRCIO LOCAL!

Fonte: http://www.conexaojornalismo.com.br/noticias/moradores-de-xerem-protestam-contra-demora-no-cadastramento-do-aluguel-social-1-5564

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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2013

Moradores de Xerém protestam contra demora no cadastramento do aluguel social

Do O Dia

Moradores protestam em Xerém
Moradores protestam em Xerém











Moradores de Xerém, que perderam suas casas após as chuvas no início do mês, protestaram, nesta segunda-feira, na Estrada de Xerém, contra a demora no cadastramento do aluguel social. De acordo com eles, não havia nenhum funcionário para realizar o cadastramento do benefício. Muitas pessoas aguardavam no local desde a noite deste domingo.

Segundo o prefeito de Duque de Caxias, Alexandre Cardoso, a verba para o pagamento do benefício virá do Ministério da Integração Nacional e atenderá ainda a recuperação de cerca de 10 km de estradas e vias de Xerém, distrito de Caxias, que foram destruídas pelo temporal.

Xerém enfrenta os exploradores da dor alheia

Desastre em Xerém complica a vida dos moradores
Desastre em Xerém complica a vida dos moradores














Depois de perder tudo ou muito do que tinham na enxurrada do último dia 2, moradores de Xerém, distrito de Duque de Caxias, enfrentam agora a ganância do comércio da região, que inflacionou os preços da noite para o dia, se aproveitando do drama. Nos mercados, itens básicos como leite e material de limpeza subiram muito. Um galão de 20 litros de água, que antes custava no máximo R$ 10, está saindo por até R$25. As vítimas também enfrentam saques às casas que foram interditadas.


Policiais da Delegacia do Consumidor (Decon) fizeram operação e constataram irregularidades: além de preços abusivos, foram encontrados produtos fora da validade. “Um pano de chão estava sendo comercializado por R$ 7,25, o que é um absurdo”, disse o delegado titular, Paulo Roberto Freitas.

A dona de casa Renata Souza, 29 anos, que foi até o mercado comprar um pano para limpar sua casa, alagada na enchente, ficou assustada. “É triste ver gente se aproveitando da nossa desgraça. Pano de chão custa no máximo R$ 4”, lamentou. O supermercado informou que não aumentou preços com as chuvas e que o galão de água custa R$ 25 porque vem com a base.

SOS ALDEIA MARACANÃ CONTINUA... DE CABRAL A CABRAL ...SÓ INTOLERÂNCIA E MASSACRES!

MOBIILIZAÇÃO DE VÁRIOS ATIVISTAS SOCIAIS NO SÁBADO EM SOLIDARIEDADE AOS ÍNIDIOS E AO QUE REPRESENTA A ALDEIA MARACANÃ


Fonte: http://www.conexaojornalismo.com.br/noticias/indios-pedem-que-cabral-desista-da-remocao-de-tribos-da-aldeia-maracana-1-5567






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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2013

Índios pedem que Cabral desista da remoção de tribos da Aldeia Maracanã

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil

De Cabral a Cabral: conflito com índios
De Cabral a Cabral: conflito com índios















Rio de Janeiro - Em um derradeiro apelo contra a desocupação do prédio do antigo Museu do Índio, no entorno do Estádio Jornalista Mario Filho, o Maracanã, na zona norte do Rio, o grupo de índios que vive no local pede uma audiência com o governador Sérgio Cabral. A desocupação para demolição do prédio ocorrerá assim que governo tiver um mandado judicial.

Segundo o cacique Carlos Tukano, líder de um grupo de 20 índios de 14 etnias que desde 2006 vive na chamada Aldeia Maracanã, o local tem importância histórica por simbolizar a luta por terra e por difundir a cultura indígena. Para ele, a vida dos índios vem sendo destruída desde o descobrimento do Brasil e compara o governador Sérgio Cabral ao navegador Pedro Álvares Cabral.

“Estão acabando de enterrar nossa cultura, que já vem sofrendo desde que o primeiro Cabral chegou. O último Cabral [referindo-se ao governador do Rio], vai enterrar tudo agora”, disse ao programa Tema Livre, da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. “Queremos conversar para a gente se entender. Não estamos com pires na mão pedindo esmola, queremos nossos direitos”, completou.

De acordo com os índios que participaram do programa, acompanhados da advogada Valéria Pires de Lima, desde 6 de dezembro passado foi protocolado um pedido de audiência com o governador, que até hoje não se pronunciou. No encontro que insistem em ter, o objetivo é mostrar que o museu, em ruínas, pode ser restaurado e servir de atrativo turístico no entorno do estádio.

A demolição do prédio, que não é tombado, no entanto, está prevista na reforma do Maracanã e é “parte importante na questão da mobilidade”, segundo diz o governo do Rio, em nota divulgada ontem (13). A previsão é cadastrar todos os moradores e removê-los antes de derrubar o prédio.

Os índios, por outro lado, informam que nenhuma instituição do governo estadual foi oficialmente ao local cadastrá-los e temem uma desocupação às pressas. No sábado pela manhã, o Batalhão de Choque da Polícia Militar esteve no local e só desmontou o cerco à noite.

Em protestos, dezenas de pessoas se juntaram aos índios, entre elas, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) e dois funcionários do consórcio que faz a reforma do Maracanã e que foram demitidos, segundo os índios. Depois de pular o muro para entrar, muitos permanecem no local.

Construído há 147 anos, o prédio do antigo Museu do Índio abrigou a sede do Serviço de Proteção ao Índio, antecessor da atual Fundação Nacional do Índio (Funai). De 1953 a 1977, o museu, criado pelo antropólogo Darcy Ribeiro, funcionou no local até ser transferido para outro bairro.

Procurado pela Agência Brasil, o consórcio responsável pela obra do Maracanã, do qual faz parte a Odebrecht, confirmou em nota a demissão dos funcionários que apoiaram os índios. Segundo o consórcio, os trabalhadores foram desligados “por evadir os postos de trabalho durante expediente sem prévia comunicação e infringir as normas de segurança do trabalho ao pular o muro”.

Edição: Davi Oliveira

NOSSA EDUCAÇÃO VAI MAL OU ESTA AVALIAÇÃO É FURADA?


Educação

Terça-feira, 08 de Janeiro de 2013

MEC não vai aceitar "jeitinho" das universidades reprovadas. Veja a lista 

                                                                

Mercadante: não vai ter colher de chá
Mercadante: não vai ter colher de chá















O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, garantiu rigor contra os cursos que apresentaram baixo desempenho no Conceito Preliminar de Curso (CPC), que leva em conta a estrutura das instituições, o quadro de professores e o desempenho dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

Hoje, o ministério divulgou lista com 38 cursos de 21 instituições de ensino com desempenho considerado insatisfatório. No ano passado, 207 cursos foram impedidos de aplicar o vestibular em 2013.
“Não vai ter jeitinho, não tem colher de chá e se plano de melhorias não for muito bem elaborado, não há a possibilidade de ter vestibular”, disse Mercadante nesta terça-feira. “Tem de ter mérito o diploma, a instituição tem de ter um padrão mínimo de qualidade”, acrescentou.

Quatro universidades federais, além de tradicionais instituições privadas, como as universidades católicas de São Paulo (PUC-SP), Campinas (PUC-Campinas), de Minas Gerais (PUC-Minas) e Universidade Presbiteriana Mackenzie, estão na lista de hoje.


O ministro explicou que os 38 cursos listados hoje terão sua autonomia de criação de vagas suspensa. Elas estão proibidas de participar do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Financiamento Estudantil (Fies). “Elas (instituições) perderam autonomia, não perderam direito de fazer o vestibular. Esses cursos não poderão aumentar o número de vagas para o vestibular”, explicou Mercante.

Segundo o ministro, a regra valerá para matrículas. Por exemplo, se o curso tinha 80 vagas ofertadas e no último vestibular houve ampliação para 100 vagas, a instituição fica impedida de realizar as 20 matrículas adicionais, que representam essa diferença.

Os 207 cursos reprovados no ciclo de 2008 a 2011 ficam proibidos de realizar vestibular neste ano. Do total, segundo o ministro, 112 cursos que apresentaram alguma melhora – apesar de se manter com nota inferior a 3 numa escala que vai a 5 – poderão tentar reverter a decisão. Para isso, terão de apresentar um protocolo de compromisso e apresentar um plano de melhorias, que Mercadante promete avaliar com rigor.

Confira a lista dos cursos:

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA (CEFET-RJ) - ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA (CEFET-RJ) - ENGENHARIA ELÉTRICA
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA (CEFET-RJ) - ENGENHARIA ELETRÔNICA
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA (CEFET-RJ) - ENGENHARIA MECÂNICA
CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DE SÁ DE SANTA CATARINA (FESSC) - REDES DE COMPUTADORES
CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU (UNINASSAU) - ARQUITETURA E URBANISMO
CENTRO UNIVERSITÁRIO PADRE ANCHIETA (UNIANCHIETA) - ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
CENTRO REGIONAL UNIVERSITÁRIO DE ESPÍRITO SANTO DO PINHAL (UNIPINHAL) - CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO SALESIANO AUXILIUM (UNISALESIANO) - EDUCAÇÃO FÍSICA
CENTRO UNIVERSITÁRIO FLUMINENSE (UNIFLU) - ARQUITETURA E URBANISMO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA (IFRR) - SANEAMENTO AMBIENTAL
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ (IFCE) - AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ (IFCE) - QUÍMICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ (IFPA) - ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ (IFPA) - GEOGRAFIA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO - FÍSICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE (IFFluminense) - ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE (IFFluminense) - ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE (IFFluminense) - ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE (IFFluminense) - MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS (PUC-CAMPINAS) - CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (DUAS UNIDADES)
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS (PUC-CAMPINAS) - CIÊNCIAS SOCIAIS
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS (PUC-CAMPINAS) - EDUCAÇÃO FÍSICA
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS (PUC-CAMPINAS) - ENGENHARIA CIVIL
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS (PUC-CAMPINAS) - LETRAS-PORTUGUÊS E INGLÊS
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS (PUC-CAMPINAS) - QUÍMICA
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS (PUC-GOIÁS) - ENGENHARIA CIVIL
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS (PUC-MINAS) - CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS (PUC-MINAS) - CIÊNCIAS SOCIAIS
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO (PUCSP) - GEOGRAFIA (DUAS UNIDADES)
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO (PUCSP) - HISTÓRIA
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE (MACKENZIE) - ARQUITETURA E URBANISMO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA (UNIR) - HISTÓRIA
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS (UFT) - PEDAGOGIA
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO (UNIVASF) - ARQUEOLOGIA E PRESERVAÇÃO PATRIMONIAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA (UFRB) - MATEMÁTICA