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sábado, 5 de maio de 2012

FLIST: Feira Literaria agita bairro de Santa Teresa neste fim de semana

Matéria retirada do sítio Visto Livre (http://www.vistolivre.xpg.com.br/entretenimento/literatura/2012/05/flist-feira-literaria-agita-bairro-de-santa-teresa-neste-fim-de-semana.html)



Por Paulo Virgilio - Agência Brasil – Rio de Janeiro – Pelo quarto ano consecutivo, as ladeiras do tradicional bairro carioca de , na região central da cidade do Rio de Janeiro, serão ocupadas por um megaevento de , que unirá lançamentos de livros, debates e mesas-redondas a várias atividades artísticas.  A edição 2012 da Festa Literária de Santa Teresa (Flist) promete atrair hoje (5) e amanhã (6) um público de 20 mil pessoas, segundo a estimativa dos organizadores do evento, promovido pelo Centro Educacional Anísio Teixeira (Ceat), com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura.
Como nas edições anteriores, a Flist 2012 tem um homenageado, que desta vez é Joel Rufino dos Santos. Historiador, professor e escritor, com extensa obra publicada e já agraciado com o Prêmio Jabuti, ele é considerado uma das referências sobre cultura africana no Brasil. No ano passado, Joel Rufino esteve no evento como espectador, para o lançamento do que seria o último livro de Bartolomeu Campos de Queirós, homenageado da Flist 2011 e que morreu este ano. Nas edições anteriores (2009 e 2010), as homenagens foram para os escritores Lygia Bojunga e Manoel de Barros.

Em um ano marcado por centenários de grandes nomes da literatura brasileira, a Flist vai homenagear também os de Nelson Rodrigues e Jorge Amado, além dos 90 anos de Darcy Ribeiro. Seis espaços culturais espalhados pelo bairro abrigarão as atividades da festa literária, das 9 às 18h, sábado e domingo. O principal deles é o Parque das Ruínas (Rua Murtinho Nobre, 169), onde ocorrerão a abertura e o encerramento do evento, oficinas de literatura, o café literário e os diversos tributos a escritores brasileiros.
Outros eventos serão realizados na Casa Amarela (Rua Hermegildo de Barros, 163), na vizinha Casa Paschoal Carlos Magno/ Teatro Duse (Rua Hermenegildo de Barros, 161) e na Biblioteca Popular Municipal de Santa Teresa (Rua Monte Alegre, 306). Todas as atividades são gratuitas. Para as crianças, a Flist terá, além do lançamento de diversos livros infantis, contação de histórias e sarau de poesias.
O evento atrai não só os moradores de Santa Teresa, conhecido reduto de artistas e intelectuais, mas também cariocas de outros bairros e visitantes da cidade, alguns especialmente para a Flist. “Nós já tivemos caravanas de professores que vieram da Região dos Lagos, em alguns casos com o objetivo específico de assistir a uma mesa redonda de seu interesse, ou conhecer um autor de sua preferência”, conta Estela Azevedo, do Ceat, uma das coordenadoras da Flist.

Segundo ela, a troca de experiências é uma das marcas da festa do evento.“Há muito intercâmbio entre os escritores já estabelecidos e os jovens interessados em literatura. Os mais novos aprendem com os mais velhos, e vice-versa. Cada um com sua experiência”, diz.
Fiel à tradição boêmia e carnavalesca do bairro, a festa literária vai acabar em samba. O encerramento, às 18h de amanhã, será com um show do Cordão do Boitatá, conhecido bloco de rua do carnaval carioca.
A programação completa pode ser consultada no site www.flist.org.br.

O restaurante onde ditadura e artistas se misturavam

Matéria retirada do portal IG notícias

Dono do Angu do Gomes, no Rio, confirma encontros de coronéis de linha dura rodeados por celebridades

Tales Faria e Adriano Ceolin, iG Brasília |
Foto: Arquivo pessoal Basílio, com o seu neto, Rigo, responsável pelo Angu do Gomes atualmente
No livro “Memórias de uma Guerra Suja”, o ex-delegado da Polícia Civil do Espírito Santo Cláudio Guerra afirma que o restaurante tradicional carioca Angu do Gomes serviu de “fachada” para atividades de coronéis linha dura do regime militar no fim dos anos 70 e começo dos anos 80. O local era frequentado por atores e celebridades.
“O restaurante, inaugurado em 1977 pelo português Basílio Pinto Moreira e por João Gomes, era associado a uma sauna e foi fachada para as nossas atividades, misturando agentes da comunidade de informações”, conta Guerra, que concedeu uma série de depoimentos aos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros para a produção do livro. O iG conseguiu, com exclusividade, antecipar detalhes sobre da obra.
Na sexta-feira (4), a reportagem do portal localizou Basílio Moreira no Angu do Gomes. O restaurante foi reinaugurado em dezembro de 2008 e é atualmente administrado pelo neto de Basílio, Rigo Duarte. Por telefone, Basílio Moreira confirmou que Cláudio Guerra participava de reuniões com coronéis no local. Entre eles, o coronel Freddie Perdigão, do DOI-CODI.
“O Claudinho não saía daqui, rapaz! Vi que ele deu uma entrevista e muitas coisas que disse são verdade”, disse Basílio Moreira, que está 82 anos. “Tinha o Cláudio, o Freddie Perdigão (...) Era uns 10 coronéis. Se reuniam aqui. Nunca me interessei na conversa deles, que era de militar para militar. Então eu me afastava. Não tenho nada que falar deles”, completou.
No livro, Cláudio Guerra afirma que, no Angu do Gomes, os coronéis conspiravam contra adversários do regime militar. “Foram planejados assassinatos comuns e com motivações políticas, e discutimos vários atentados a bomba que tinham como objetivo incriminar a esquerda e dificultar, ou impedir, a redemocratização”, afirma o ex-delegado.
Sauna e artistas
Ainda no livro, Guerra afirma que anexo ao restaurante funcionava uma sauna com garotas de programa. “Tinha strip-tease, e passou a ser frequentada também por artistas, policiais, militares e figurões da época. Lembro-me direitinho: a gente descia o sobrado do Angu do Gomes, virava à esquerda e entrava na sauna”, conta o ex-delegado.
Basílio Moreira também lembra da sauna e diz que o seu irmão, ex-policial federal Augusto Pinto Moreira, era dono do estabelicimento. Ele, porém, não se lembra que Guerra também tinha participação no negócio, como conta o ex-delegado no livro. Moreira confirma os nomes de artistas que frequentavam o local e que foram citados por Guerra.
Entre os citados, estão o ator Lúcio Mauro e o executivo de TV José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. “Lúcio é meu amigo de infância. Eu conheço ele através do meu irmão, que era muito amigo do Chico Anysio”, afirmou Moreira. “O Boni é malandro, inteligente. Não sei o que falava com os militares", desconversou.
No livro, Guerra afirma que os atores Jece Valadão e Carlos Imperial, que também foi compositor e produtor de discos, também eram frequentadores do local. "Este (Imperial) era muito amigo do Augusto Pinto Moreira (irmão de Basílio e dono da sauna que funcionava ao lado do restaurante)", relata.
O ex-delegado de Polícia também cita no livro que Ciro Batelli, ex-vice-presidente da rede de hotéis-cassino Caesar Palace, era frequentador do Angu do Gomes. "Ciro era de direita e participava das reuniões do Angu do Gomes e da sauna. Ele fazia lobby para legalizar cassinos", afirma Guerra.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

CINECLUBE CCOB APRESENTA

    CENTRO CULTURAL OCTAVIO BRANDÃO

                              

                   

                              
                    Neste sábado - 05/05 - Às 16 H.

                              
                       Linha de Montagem



Sinopse: Investigação sobre a gênese do movimento sindical de São Bernardo do Campo entre os anos de 1978 e 1981, quando se produziram as maiores greves de metalúrgicos na região, desafiando a repressão do final da ditadura militar. Radiografa-se a cidade no calor da grande efervescência das assembléias no estádio da Vila Euclides, onde os operários decidiam os novos rumos do movimento. As greves de 1979 e 1980 levaram à intervenção federal no Sindicato dos Metalúrgicos, à prisão de líderes, processados com base na Lei de Segurança Nacional.

Documentário brasileiro de 1982

Direção: Renato Tapajós

Duração: 90 minutos

Após o filme haverá um debate com  os sindicalistas presentes.

CCOB: Rua Miguel Ângelo, 120, próximo ao Metrô de Maria da Graça.

Ajude a divulgar as atividades do CCOB, repasse esta mensagem para sua lista de contatos.
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quarta-feira, 2 de maio de 2012

CINE CLUBE E PIPOCA : HOJE TEM NO FORUM DA PAVUNA: TRABALHO INTERNO - UM FILME NECESSÁRIO




Recessão, falências, crise. Embora muito tenha se escutado essas palavras nos últimos dois anos, a grande maioria das pessoas sequer sabe como a grande crise financeira, que afligiu o mundo todo em 2008 e ainda deixa marcas, realmente começou. A quem ela atingiu realmente? Como aconteceu? Quem esteve por trás do maior crash monetário da história e – o mais importante – o que aconteceu com essas pessoas?

Trabalho Interno, documentário produzido, escrito e dirigido por Charles Ferguson vem para lançar uma luz sobre este tema tão controverso através de entrevistas, cópias de documentos, gravações de importantes momentos da história americana e relatos que dissecam a Grande Crise, uma catástrofe econômica que, ironica e comprovadamente, poderia ter sido evitada.



CEOs de inúmeras empresas multinacionais inquiridos no Congresso Americano.

Narrado por Matt Damon, o filme explana a trajetória da crise em cinco partes (ou tópicos), que mostram desde as primeiras formações do cenário (através de algumas leis fiscais aprovadas pelo congresso americano, pressionado por poderosos lobbies corporativos, ainda nos anos 80), passando pelos avisos de economistas do mundo todo em artigos e livros que já previam o desastre econômico desde o começo do milênio, até chegar na venda das subprimes e das CDOs, e no estouro da famigerada “bolha” imobiliária e suas conseqüências (tanto para grandes empresas, bancos e governos, quanto para o trabalhador comum ao redor do mundo), e – além – os mecanismos usados para (tentar) contornar a situação e o saldo geral disso tudo (em um último tópico singelamente chamado de “onde estamos agora?”).

Além de gráficos, exemplos e algumas metáforas usadas para explicar a maior parte dos termos técnicos (ampliando o alcance da obra para os mais leigos nos assuntos econômicos), o documentário utiliza-se de uma gama de entrevistas de pessoas extremamente gabaritadas para contar, em primeira mão, suas impressões e seus papéis na Grande Crise. Alguns desses entrevistados, inclusive, foram pivôs do problema, e acabam encurralados com as perguntas perpetradas por Ferguson (em certo momento, um deles pergunta se dá para desligar a câmera por alguns instantes).



Henry Paulson, Ben Bernanke e Timothy Geithner. Ontem, pivôs da Crise. Hoje, CCs do Governo Obama.

Com uma rica edição de imagens que nos faz viajar da Islândia ao Canadá, dos Estados Unidos a uma fábrica na China, o diretor nos dá a clara noção de como os efeitos da crise se propagaram a nível mundial, ilustrando também a discrepância do cidadão médio que perdeu tudo (através das inúmeras imagens de casas desabitadas, empresas se fechando e acampamentos montados ) e da fortuna ainda mantida pelos CEOs responsáveis pelo incidente (exibindo suas intocadas mansões luxuosas, jatos particulares e outros bens que valem milhões e milhões de dólares), que – pasmem – ainda ocupam cargos de destaque na Administração Obama.

Embora menos engenhoso que Lixo Extraordinário e não tão contundente quanto Restrepo, dá para perceber (e concordar) o porquê de Trabalho Interno ter ganho o Oscar 2011 de Melhor Longa Documentário (segunda indicação de Charles Ferguson, que concorreu ao Oscar 2008 com o documentário No End In Sight, que abordou a ocupação americana no Iraque). Além de ser um filme muito bem feito e com excelente produção (não é qualquer um que reúne alguns dos homens mais influentes da economia mundial para uma conversa franca), aborda um tema crucial para todos e – mesmo que para nós brasileiros não pareça tanto – ainda atual.



P.S.1: Longe de me equiparar aos economistas e autoridades citados no 3º parágrafo, mas meu 1º trabalho de Teoria Geral da Administração, em abril de 2007, já previa um colapso financeiro em escala mundial para o final da década. =P

P.S.2: A quem interessar possa, há quase dois anos escrevi um texto no meu blog explicando, de forma bem simples (não tão completa quanto em Trabalho Interno, é claro), como a crise começou. Para ler, basta clicar aqui.


Título: TRABALHO INTERNO (Inside Job)

Direção: Charles Ferguson

Elenco: Matt Damon (narração), Daniel Alpert (ele mesmo), Jonathan Alpert (ele mesmo), Sigridur Benediktsdottir (a própria), Willem Buiter (ele mesmo), John Campbell (ele mesmo), Chrstine Lagarde (a própria), Dominique Strauss-Kahn (ele mesmo);

Duração: 120 min.

Gênero: Documentário

Ano: 2010

Sinopse e detalhes

Em 2008, uma crise econômica de proporções globais fez com que milhões de pessoas perdessem suas casas e empregos. Ao todo, foram gastos mais de US$ 20 trilhões para combater a situação. Através de uma extensa pesquisa e entrevistas com pessoas ligadas ao mundo financeiro, políticos e jornalistas, é desvendado o relacionamento corrosivo que envolveu representantes da política, da justiça e do mundo acadêmico. 


12/06/2011
WJ SOLHA
Resenha do filme Trabalho Interno. Confira!

CAPITÃO VASCO MOSCOSO
 O HOMEM QUE “REDUZIU O TSUNAMI DA ECONOMIA, EM 2008, A UMA SIMPLES MAROLA.”
W. J. SOLHA
Acabo de assistir ao “Trabalho Interno” (Inside Job), Oscar de Melhor Documentário deste ano. Apesar de achar que o tema seria melhor abordado por Michael Moore (de Farenheit 11 de Setembro) – que lhe tiraria o ar de tese – a eficiência de Charles Ferguson é evidente na exposição do que foi a recente crise econômica mundial, a maior desde a Depressão da década de 30,  e que começou com a quebra do banco americano Lehman Brothers, seguida de gigantescos desmantelos numa série de outros,  com perdas globais estimadas em cerca de US$ 20 trilhões (R$ 33,2 trilhões), em vista da enorme quantidade de falências, também, noutros setores, principalmente o imobiliário, numa onda assustadora de desemprego.
 Buscando clareza em matéria bastante complexa, Ferguson abre o filme com este letreiro em fundo negro: “Eis como as coisas realmente aconteceram”, dividindo seu trabalho, a seguir,  em cinco partes – feito um clássico grego ou shakespeariano – “Como Chegamos Lá”, “A Bolha”, “A Crise”, “A Prestação de Contas” e “Onde Estamos”. Como numa abertura de ópera, mostra, inicialmente, um país pequeno mas quase perfeito – a Islândia – sendo expulso para leste do Éden, arruinado pela privatização dos bancos e desregulamentação de suas atividades, tudo obtido com eficiência por lobistas e o convencimento feito por prestigiados economistas de Columbia e Harvard, regiamente pagos pelos banqueiros, por baixo do pano.
Nos Estados Unidos, essa desregulamentação fora obtida já no governo Reagan, que colocara no arquivo morto a rígida lei que controlava os bancos de investimento. Com isso escancarou-se o crédito, principalmente para o setor imobiliário, criaram-se fortunas em cima de papeis – nomeadamente de seguradoras -, a maioria das vezes em operações de imenso risco, donde pipocaram inevitáveis fraudes contábeis, até que a bolha, em 2008,  estourou.
Ferguson é contundente nas entrevistas e depoimentos que consegue dos principais envolvidos, mostrando-nos economistas que ficam sem respostas, vacilam, recusam-se a dizer qualquer outra coisa mais, a partir do instante em que se veem acuados. É chocante ver um desses grandes nomes dizendo que não via problema em receber grandes boladas dos bancos por prestar “serviços de consultoria” ao Governo Federal, no que é interrompido pelo cineasta:
- O que acha de um médico que receita um remédio não exatamente indicado para um paciente... por ter para isso recebido propina de um laboratório?
O diretor não deixa republicanos  nem democratas de fora: Reagan, Bush pai,  Bush filho, Clinton e Barack Obama, todo mundo dança. Obama, aliás, nomeou como seus assessores quase todos os envolvidos no desastre financeiro da América e do mundo, no governo anterior, gente que não só jogara tantas famílias na miséria,  como criara uma farra permanente , paralela,  de executivos e operadores financeiros mergulhados na droga e em prostituição de larga escala, enquanto a corrupção seguia em frente, à altura da impunidade sem limites.
Caramba, Obama ganhou o Nobel da Paz ao incrementar a guerra! Como se pode crer num semelhante sistema?
Mas por que o título deste texto – “Capitão Vasco Moscoso” – com Lula posando de homem da Marinha, se o filme nem menciona o Brasil, geralmente considerado extraordinária exceção na bancarrota geral? Porque ele me lembra  muito o personagem de Jorge Amado que se faz passar por marítimo, em “Os Velhos Marinheiros”,  e se mete numa fria ao ter que comandar um navio a encostar no porto de Periperi. Alguém da tripulação, ao ver que  ele não entende nada do ramo, pergunta-lhe quantas amarras devem prender a embarcação ao cais, ao que o “Capitão”, sem saber o que responder, chuta: “Todas!”, e se torna alvo de gozação geral quando se espalha que há um navio todo emaranhado no porto, até que – homem de uma sorte sem igual – vem uma tempestade nunca vista, à noite, e a nau por ele capitaneada é a única que fica inteira em Periperi. Por que digo isso? Porque é evidente o motivo pelo qual nenhum banco, no Brasil, sequer balançou com a crise: todo mundo sabe que aqui os juros ( como os impostos ) são os mais altos do mundo. Aqui – por essas e outras - é o paraíso dos banqueiros, com total cobertura do PT. Como falir, com lucros nunca dantes navegados?
- “Esse é o cara!”, disse Barack, referindo-se a ele.
Ferguson deveria ter incluído essa patranha no documentário. Daria a ele um toque de malícia e humor.
 

terça-feira, 1 de maio de 2012

1ª reunião da Delegacia Sindical do Fórum Central

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Por VILSON DE ALMEIDA SIQUEIRA - CAPITAL - 11ª VARA DE ÓRFÃOS E SUCESSÕES em 27/04/2012
E-mail : (VILSONSIQ@IG.COM.BR)

Ontem, 26/04, os Delegados Sindicais do Fórum Central realizaram a sua primeira reunião em 2012. Estiveram presentes outros delegados do Juizado do Catete e da Regional Méier, além de servidores da base.

O tema dominante foi a Campanha Salarial pela proximidade do 1º de maio e a indefinição do reajuste. Foram abordados ainda outros assuntos como Saúde e Condições de Trabalho, Assédio Moral, etc.


Foram aprovados os seguintes encaminhamentos:


- designação de 03 três delegados sindicais por andar, para eleição de representantes cartorários no Fórum Central;

- divulgação de panfleto aprovado pela Delegacia na base da categoria;
- realização de campanha de filiação e refiliação;
- retomada da discussão sobre Saúde e Condições de Trabalho no próximo Conselho de Representantes Zonais, em 11/05;
- indicação ao Sindicato de reedição da cartilha sobre Assédio Moral com a realização de palestras sobre o tema em todo o Estado;
- utilização de carro de som, uma vez por semana, na porta do Fórum Central, nos horários de entrada e saída (10 às 12h e 17 às 19h)
- realização de uma nova reunião ampliada, contando com as demais delegacias sindicais da Capital e aberta aos servidores de base, em data a ser definida;
- marcação de Assembleia Regional da Capital após a realização da próxima reunião da Delegacia Sindical

Vilson Siqueira

Matéria retirada do sítio do Sind-Justiça