Fonte: Jornal eletrônico JB
Rio
"Incêndio foi criminoso", dizem índios e Defensoria Pública da União
Ocorrência foi registrada na delegacia
O incêndio que ocorreu dentro da Aldeia Maracanã na madrugada desta sexta-feira(8), segundo os próprios índios e a Defensoria Pública da União(DPU) foi criminoso. Uma perícia no local, porém, só deve acontecer após o Carnaval."Foi uma confusão danada durante a madrugada, com todo mundo dormindo", declarou Afonso Apurinã, um dos líderes da aldeia, que reúne várias etnias indígenas.
Daniel Macedo, defensor público da União, diz que a DPU trabalha com duas hipóteses: Um atentado contra a vida do Cacique, Carlos Tukano, ou um acidente. Esta segunda, porém, é questionada porque, segundo ele lembra, "os índios ainda estão vivendo sob muita pressão". Macedo conta ainda a versão que ouviu para o caso:
"Pelo que soube, cortaram a luz e, em seguida, incendiaram a oca da aldeia. Vai ser difícil investigar isso nos próximos dias, mas vamos nos reunir com as lideranças indígenas para decidir o que fazer", frisou Macedo, acrescentando que o tal encontro deve ocorrer nesta quinta-feira.
Boletim de ocorrência
Um boletim de ocorrência foi aberto na 18ªDP, na Praça da Bandeira, na manhã desta sexta-feira(8). O comunicante do boletim, Antonio Afonso Girão de Oliveira, de 47 anos, fez o registro por volta de meio dia.
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